quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

20 de Novembro


Quem quer ser Feliz?


Quem quer ser Feliz?

O que é a felicidade? Ou, como encontro essa tal felicidade? A humanidade está em busca de algo que consiga aliviar seu sofrimento humano sejam ele físico ou psicológico. Só que o que muitos não se dão conta é que esse sofrimento faz parte da nossa existência. Por exemplo: nós já nascemos chorando, sofremos ao buscar o oxigênio para nossa própria sobrevivência (físico), posteriormente sofremos para buscar a alimentação para o nosso corpo (fisiológico) e depois, sofremos mais ainda para buscar alimento para a nossa alma, através da afetividade e do amor das pessoas que estão ao nosso redor (psicológico). A partir daí, sentiremos que somos seres que vivem em busca da satisfação e do prazer, para assim sermos felizes. Mas, isso dura a vida inteira? Somos felizes plenamente? Infelizmente não, pois somos seres inacabados que vive em busca do preenchimento do vazio que foi deixado lá no ventre da nossa mãe. Lá dentro éramos felizes e completos, não precisávamos de força para respirar e nem chorávamos para dizer que estávamos com fome. Era tudo perfeito. Depois que nascemos, tudo muda drasticamente tornando isso a essência da nossa existência: Perdas, vazios, sofrimentos e momentos felizes. Digo “momentos” porque não somos felizes plenamente, vivemos momentos de alegria, satisfação e prazer. Então, seria inconveniente tantas pessoas venderem para vocês a “Felicidade” e com isso, conseguiremos sermos eternamente felizes. Sinto informar-lhes, mas essa felicidade concreta não existe. Isso é apenas uma forma de ganhar algo em busca do sofrimento dos outros. Quem vende está momentaneamente feliz e você, além de ter um momento feliz e ilusório, posteriormente poderá vir algo pior, que é o arrependimento e a culpa por ter tomado decisões precipitadas baseadas em situações motivadas apenas pela emoção. A felicidade é singular. Ela está ligada, assim como cordão umbilical, na história de vida de cada um, suas experiências, traumas, segredos, conquistas, fracassos... A felicidade é tão subjetiva como ser humano, na verdade ela é o próprio ser humano. Ela é de dentro pra fora, “eu não sou feliz, eu estou feliz”. Não é ação, é estado de espírito. Ela é o infinito. Sabemos que existe, mas nunca conseguiremos alcançá-la de forma concreta e objetiva, porém, cada um por si próprio saberá buscar esse alívio e satisfação para sua vida de forma consciente e realista. É uma busca sem fim. É um mistério. É um sonho não realizado, e quando realizado, será um novo sonho. É o desejo do sujeito desejante. Enquanto estivermos vivos, desejando, sonhando, lutando, ganhando ou perdendo, suportando os sofrimentos e os obstáculos da vida, estaremos vivenciando nestes momentos a Felicidade. Sempre com sabedoria, compreensão, fé, amor aos outros e principalmente, nos aceitando como seres incompletos e imperfeitos. Quando esse sentimento acabar, estaremos mortos. 

E viva a felicidade! Ou melhor, e viva o que eu estou sentindo hoje, pois amanhã será um novo dia.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Vila Penha - O bairro onde moro...


A Vila da Penha é um bairro do Rio de Janeiro localizado na Zona Norte da cidade. Sua população é majoritariamente de classe média, porém há famílias de classe média alta e classe média baixa. É um bairro residencial em expansão. Atualmente é um dos bairros que mais crescem na cidade. Segundo o armazém de dados da prefeitura do Rio de Janeiro, a Vila da Penha possui também um elevado Índice de Desenvolvimento Humano, estando em 21°lugar no ranking de 160 bairros do Rio e em 6º na Zona Norte com o IDH 0,909.
Muitas vezes a Vila da Penha é confundida com um bairro próximo que é a Penha Circular, mas estes são bairros bastante diferentes. O bairro também faz divisa com Brás de Pina, Irajá, Vila Cosmos e Vicente de Carvalho.
Dados
Área Territorial (2003): 143,57 hectares
Total de população (2000): 24.290 habitantes
Total de domicílios (2000): 7.805

Vila da Penha faz parte da XIV Região administrativa (Irajá) da cidade do Rio de Janeiro. Bairros integrantes da região administrativa são: Colégio, Irajá, Vicente de Carvalho (Rio de Janeiro), Vila Kosmos, Vila da Penha, Vista Alegre .
O bairro foi criado em 23 de julho de 1981.
História
A palavra Penha significa pedra e foram exatamente as pedras do Rio Irajá as responsáveis pela formação da Vila da Penha. É que elas formavam verdadeiras barreiras e se transformaram em obstáculos aos colonizadores, que navegavam com destino a Irajá. Eles eram obrigados a interromper a viagem, onde é hoje Vila da Penha, e prosseguir por terra. Com o tempo o bairro transformou-se em porto para as embarcações e parada obrigatória para a penetração rumo ao interior. Foi aí que começaram a surgir as pequenas casas, pomares e hortas que caracterizam a Vila da Penha a partir de 1600.
A expansão do bairro começou por volta de 1920, quando já existiam algumas fazendas com engenhos de açúcar e aguardente na região. Vários proprietários iniciaram, por conta da falência do sistema de produção de açúcar, o desmembramento e loteamento de seus terrenos.
No entroncamento das avenidas Meriti e Brás de Pina, encontra-se o Largo do Bicão. O largo tem esse nome devido ao problema da falta de água que assolava o Rio de Janeiro de 1900. Era nesse local que moradores iam buscar água, numa grande torneira pública. Atualmente, o largo é composto por uma praça cercada de comércio, bancos e supermercados.
Opções de lazer
No bairro há a avenida Oliveira Belo, que ladeia o rio Quitungo, que foi transformada numa pista de lazer. Sendo usada por inúmeras pessoas para a prática de corrida, caminhada, ou passeios com as crianças e os cachorros. Há uma academia ao ar livre em uma das pontas da avenida e também uma casa de festas. À noite, a Oliveira Belo também é usada como ponto de encontro, devido aos bares, restaurantes e quiosques que existem ao longo.
No bairro existe também o Largo do Bicão, que se destaca por concentrar bastante comércio, dentre bancos, farmácias, e redes fast-food de renome.
Na região da Vila da Penha próxima a Praça do Carmo, está localizada a casa de espetáculos Olimpo, com ampla programação musical, e atrações de renome nacional. Próximo ao Olimpo localiza-se o Mello Tênis Clube; com uma boa estrutura, o clube conta com piscinas, salão de festas, ginásio poliesportivo, estádio de futebol, quadra de tênis, dentre outras atrações.
Os moradores do bairro contam com outras opções de lazer, como o Carioca Shopping (em Vicente de Carvalho) com 8 salas de cinema e programação musical em sua praça de alimentação. A Vila da Penha conta ainda com botequins, bares e restaurantes que, em sua maioria, apresentam música ao vivo e são decorados em estilos próprios, que variam do brega ao rock.
A Vila da Penha forma ainda com seus bairros adjacentes (Vista Alegre, Brás de Pina, Vila Kosmos) a Grande Vila da Penha. Soma-se então, a Lona Cultural João Bosco em Vista Alegre, dentre as opções do bairro. Localizada numa grande e bem arborizada praça, a Lona é uma tenda remanescente da ECO-92, que tem uma estrutura de anfiteatro, e que promove diariamente diferentes eventos, em sua maioria gratuitos ou de baixo custo. Oficinas de teatro, artesanato, cursos de modelo/manequim, dentre outros. Às sextas, sábados e domingos, a lona costuma ter programação especial, com bandas locais e nacionais, covers, peças de teatro, e festas de época, como juninas ou de halloween.
Personalidades do Bairro
Cinco grandes ícones do futebol nacional saíram do bairro: Brito, Carlos Alberto Torres, Romário, Roberto Dinamite, Pedrinho do Vasco, Vanderlei Luxemburgo e Telê Santana. Não é raro encontrar o segundo em uma das muitas festas ou shows que a casa de show Olimpo promove semanalmente. Podemos citar também outros jogadores que tiveram suas raízes na Vila da Penha, como Athirson (ex-Flamengo) e Lenny (Fluminense). Outras personalidades criadas na região foram Hélio de La Peña, humorista do programa Casseta e Planeta, a atriz Cacau Mello, o ator Bruno Gradim, Daniel Gomes Machado e Silva e Dani Bananinha, assistente de palco do Caldeirão do Huck, todos da Rede Globo. Na Vila da Penha morava o grande poeta e compositor da MPB Luiz Carlos da Vila.
Desenvolvimento
A Vila da Penha tem crescido vertiginosamente, tendo nos últimos anos empreendimentos de importantes construtoras que vêm modificando a paisagem do bairro em meio a edifícios de condomínio que permeiam a região. O bairro é um dos que mais crescem na cidade e possui hoje um grande mercado imobiliário.
O bairro tem uma boa qualidade de vida estando entre os 25 melhores bairros da cidade com IDH bem elevado.
Na Vila da Penha também se encontra a Biblioteca Comunitária Tobias Barreto de Meneses, uma das bibliotecas comunitárias mais representativas do Brasil, cuja obra de construção da sede está em andamento, com projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer.
Fonte: Wikipedia.

sábado, 6 de outubro de 2012

Eleições 2012 - O exercício da Cidadania


Amanhã é o dia de exercer a sua cidadania e dar seu Voto. O voto do basta ou da continuidade. Cabe a cada um de nós decidir quem irá governar o nosso município nos próximos quatro anos. Sejamos humildes o suficiente para pensar na coletividade e não apenas nas nossas próprias recompensas. O seu voto é secreto, mas o resultado da sua decisão é coletiva. Não iremos esquecer também que os vereadores são tão importantes nessa escolha quanto o prefeito. Trabalho em equipe significa bons resultados. Bom voto!

terça-feira, 24 de julho de 2012

FUNÇÃO MATERNA E DEPRESSÃO INFANTIL

Vou escrever aqui um pouco de psicologia. O texto que irei compartilhar faz parte de um trabalho realizado na graduação. Foi uma pesquisa bibliográfica no qual fiz adaptações e grifos meus.

FUNÇÃO MATERNA E DEPRESSÃO INFANTIL

Adaptado por: Cleide Neves – Psicóloga – CRP: 40812

O estresse faz parte da vida e está intimamente relacionado às exigências internas e externas que enfrentamos para assimilar as mudanças. Mas ele se torna negativo quando a adaptação ou os mecanismos de enfrentamento fracassam. Além disso nem todas as pessoas reagem da mesma forma aos fatores que provocam o estresse ou conduzem a ele. A situação se torna mais crítica quando o estresse está relacionado às mulheres grávidas, isso porque ele não irá afetar apenas a mãe. O feto, mesmo  protegido no interior do útero, não está alheio ao que acontece com a mulher que o gera.
Vários estudos já comprovaram que transtornos emocionais em grávidas aumentam a produção dos hormônios do estresse, particularmente o cortisol e a norepinefrina. Estes, por sua vez, exercem forte impacto na regulação dos genes, que podem ocasionar a destruição excessiva de neurônios e sinapses, alterando com isso a organização e a fisiologia do cérebro do bebê e prejudicando a futura capacidade da criança para lidar com o estresse. O estresse psicológico em mães grávidas, como transtorno de ansiedade ou depressão, também produzem alterações duradoras e indesejáveis na criança durante a gravidez. Eles dificultam o estabelecimento de vínculos primordias na díade mãe-bebê, definido por Winnicott, como “preocupação materna primária”, sendo essa um estado de sensibilidade aumentada, onde a mãe é capaz de se preocupar com seu bebê, sentindo sua real necessidade e anseios. É colocar-se no lugar do filho ou identificar-se com ele. É ser neste momento uma mãe suficientemente boa para o desenvolvimento saudável do seu bebê.
A mãe precisa sobreviver aos ataques de cólera (sentimento de raiva) de seu bebê, à sua indiferença, à sua recusa ou extrema voracidade de se alimentar, à falta de sono que ele lhe impõe; em  suma, precisa renunciar aos seus próprios interesses para poder cuidar de seu bebê. É um sentimento que nasce desde o desejo primário em ser mãe.
Segundo Frizzo e Piccinini (2005), o  puerpério,  assim como outras fases do ciclo vital, é um período propenso a crises por causa das mudanças físicas e psicológicas que o acompanham. A nova mãe precisa mudar o centro de sua identidade de filha para mãe, e até por vezes de profissional para mãe de família. Tal reorganização seria importante para ela poder alterar seus investimentos emocionais, sua distribuição de tempo, energia e suas atividades. Diante disso, o estado de equilíbrio emocional da mãe é fundamental durante a gestação e após o nascimento.
A mãe, que está afetivamente ou emocionalmente delibitada, terá dificuldades em desenvolver essa capacidade de sentir as necessidades e demanda de amor de seu filho. E Freud, desde os Três ensaios sobre a sexualidade (1905), e durante toda sua obra, falava de uma situação que é vivida  repetidas vezes, desde que o lactente começa a reconhecer a diferença entre sua mãe e os outros adultos. Se a criança se encontra em um momento de desamparo, demanda de amor ou precisando de algo que não pode conseguir sozinha, desde alimento e até um pouco de aconchego e carinho, sem que haja alguém para falar com ela a fim de dissipar a escuridão do quarto, então a ausência materna transforma-se em sentimento de abandono e desamparo. Em outras palavras, a mãe que não consegue desenvolver essa maternagem irá negligenciar os cuidados aos seu filho, colocando-o no estado desamparo emocional no momento em que ele está no estado de dependência absoluta de amor, proteção e cuidado.
O que poderá acontecer com essa criança? Indicativos de ansiedade patológica em relação à perda do objeto amado, a mãe, e que poderá acarretar futuramente em um indíviduo inseguro, dependente de amor, triste e desamparado. E o que se pode confirmar também, é que a própria criança se vê como responsável de tal abandono e causadora da terrível desgraça. É uma mistura de dor, raiva, saudade e culpa, sintomas estes que são indícios de uma depressão.
A função materna, somada a outras condições ambientais favoráveis, é essencial para que o bebê possa desenvolver-se física e psiquicamente saudável. Nos primeiros meses de vida, a presença acolhedora da figura materna, propiciada de forma constante e nos momentos adequados, fornece ao bebê a ilusão de que a satisfação das suas necessidades ocorre por sua única e exclusiva vontade. Ele ainda não é capaz de se diferenciar do mundo externo, por essa razão, a presença da mãe é essencial para que gradativamente ela possa subjetivá-lo com confiança e em pequenas doses, ela possa mostrá-lo a realidade externa. Assim, ele poderá ver que é diferente da mãe para poder adquirir sua independência emocional. A desilusão, na medida certa, é que capacita o bebê a criar símbolos que farão a transição do mundo interno para o mundo externo, diferenciando-se assim, o eu do objeto mãe. Dessa forma, dá-se início à atividade mental do bebê , considerando-se que simbolizar é a capacidade de criar substitutos para os objetos, nesse caso a presença real da mãe. Um exemplo disso é que, quando a mãe precisa sair para trabalhar, a criança possa criar formas para brincar de forma saudável com outras pessoas que substituem a mãe, sabendo ela (criança) que a ausência é momentânea pois essa mãe que foi irá voltar para ela com certeza. É um vínculo de amor, onde mesmo estando longe estamos pertos. Este é um sentimento contrário ao sentimento de abandono e desamparo emocional.
É de suma importância que a criança tenha uma mãe continente com capacidade de venerá-lo,  para que ele possa gradativamente suportar a frustração da perda real em não tê-la sempre que precisar, adiar a gratificação e adquirir, assim, aos poucos, a capacidade de simbolizar e pensar de forma espontânea e criativa.

QUAIS OS SINTOMAS DA DEPRESSÃO INFANTIL?

Os sintomas da depressão infantil, se manifestam de diferentes maneiras e muitas vezes passam despercebidos pelos pais. Os sintomas mais freqüentes da depressão na infância, costumam ser os seguintes: insônia, choro, baixa concentração, fatiga, irritabilidade, rebeldia, tiques, lentidão psicomotora, anorexia, problemas de memória, perturbações no sono e/ou na alimentação, desesperança, retardo no desenvolvimento físico esperado para a idade, além da fisionomia triste, irritabilidade, alteração do apetite, hiperatividade, medo inespecíficos, ideações e tentativas de suicídio. A tristeza pode ou não estar presente.
O bebê afetivamente sensível pode ter dificuldades em relação ao apego, que é um impulso primário como parte de um processo de seleção natural, portanto, inato. Existem importantes diferenças individuais no estabelecimento das condutas de apego e na elaboração dos vínculos. O apego é uma resposta de busca de proteção necessária à sobrevivência da espécie. É o estado emocional do bebê com sua mãe ou cuidadora. É o sentimento de satisfação, de gozo e pele corada no momento da succção no seio materno, o prazer em ser alimentado. É o cheiro da mãe que sinaliza que está próxima, é a voz doce que acalenta o choro do bebê inseguro e a mão que afaga a pele sensível e erotizada. A criança saudável consegue sentir essa manifestação de carinho e se apega para sua própria sobrevivência. Porém, não significa que crianças que não conseguem manter esse contato externo com outro estejam necessariamente em estado depressivo, existem outros transtornos que podem ser sinalizados de acordo com esse comportamento, como por exemplo, o autismo. Mas que poderá somente ser diagnosticado através de uma avaliação minuciosa com equipe multiprofissionais.
            Quando a depressão é diagnosticada, alguns profissionais de saúde indicam tratamento terapêutico através da Ludoterapia. O tratamento com brinquedos foi desenvolvido pela psicanalista Melanie Klein (1980) com o objetivo de compreender e interpretar as fantasias, os sentimentos, as ansiedades e experiências expressas pela criança ao brincar. Com essa técnica, Melanie Klein (1980), conseguiu imediatamente obter resultados terapêuticos que ultrapassavam, geralmente, os obtidos com adultos. Para o  tratamento ser mais eficaz, o psicoterapeuta deve trabalhar não só a criança, mas também toda a família. Em alguns casos dificilmente é indicada alguma medicação.
            O tratamento psicofarmacológico da Depressão Infantil não é diferente daquele empregado nos adultos. Há uma tendência médica, tão cautelosa quanto desinformada, em recomendar subdosagens de Antidepressivos Tricíclicos para crianças e, com isso, proporcionar sucessivos fracassos terapêuticos. Antes de medicalizar, o profissional deverá ter a consciência de que esse procedimento é, em última instância, necessário para a evolução do quadro. Mas, na minha opinião, estados depressivos quando não diagnosticados como um fator orgânico, mas sim constatado devido a falta de vínculos e convivência em ambientes desfavoráveis, tais como: a própria família, escola ou grupos sociais, deve-se ser tratado estritamente através da psicoterapia familiar e caso necessário, individual.

Para uma leitura mais profunda sobre o assunto, abaixo seguem as referências bibliográficas pelo qual fundamentei o texto.

Referências Bibliográficas:
KLEIN, Melanie . HEIMANN, Paula & R.E. Money- Kyrle –( Organizadores )
Tradução: Álvaro Cabral - Novas Tendências na Psicanálise- Rio de Janeiro – RJ-1980
Editora Guanabara Koogan – 2º Edição

VERNY, Thomas - Revista Mente & Cérebro ( 2007 ). A Mente do Bebê. Constituição Psíquica e Universo Simbólico. São Paulo – SP - 2º Edição . Editorial Duetto
Série Especial da Revista Mente & Cérebro

FREUD, S. (1905). Três Ensaios sobre a teoria da sexualidade. Trad. Sob a direção de Jayme Salomão. Rio de Janeiro, Imago, 1969. (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v.VII.]

FRIZZO & PICCININI - Interação mãe-bebê em Contexto de Depressão Materna:
Aspectos Teóricos e Empíricos – Psicologia em Estudo, Maringá, v. 10, n. 1, p. 47-55, jan./abr. 2005.

quinta-feira, 19 de abril de 2012